A lua, claro. É conhecida desde a
pré-história. É segundo objeto mais brilhante do céu a seguir ao
Sol. Como a Lua orbita a Terra uma vez por mês, o ângulo entre a
Terra, a lua e o sol muda; podemos ver isto como o ciclo de fases da
Lua.
O tempo entre a Luas novas sucessivas é
29,5 dias (709)horas), um pouco diferente do período orbital da Lua
(medido com as estrelas no plano de fundo), dado que a terra percorre
uma distância significativa na sua órbita à volta do Sol nesse
tempo.
As forças
gravitacionais entre a Terra e a Lua causam efeitos interessantes. O
mais óbvio são as marés. A atracão gravitacional da Lua é mais
forte no lado da Terra mais próximo da Lua e mais fraco no oposto.
Dado que a Terra, e particularmente os oceanos, não são
perfeitamente rijos, esticam-se ao longo da linha direta para a Lua.
Da nossa perspectiva, na superfície da Terra, vemos duas pequenas
protuberâncias, uma na direção da Lua e outra na direção oposta.
O efeito é muito maior na água do que na crosta sólida, por isso
as protuberâncias na água são maiores. E porque a Terra gira muito
mais rapidamente que a Lua na sua órbita, estas protuberâncias se
movem pela Terra uma vez por dia dando duas marés diárias (este é
um modelo extremamente simplificado; na realidade, as marés,
especialmente perto da costa, são muito mais complicadas).
O seu
período de rotação é
igual ao período de translação. Isto quer dizer
que o tempo que a lua demora a dar uma volta sobre si mesma é igual
ao tempo que leva a dar uma volta completa ao planeta Terra. É
por esta razão que a lua apresenta sempre a mesma face voltada para
a terra.
A Lua não
tem atmosfera e apresenta, em quantidades muito pequenas, água no
estado sólido (em forma de cristais de gelo). Não tendo atmosfera,
não há erosão e a superfície da Lua mantém-se intacta durante
milhões de anos. É apenas afetada pelas colisões com meteoritos.
Fases da Lua
À
medida que a Lua viaja ao redor da Terra ao longo do mês, ela passa
por um ciclo de fases, durante o qual sua forma parece variar
gradualmente. O ciclo completo dura aproximadamente 29,5 dias. Esse
fenômeno é bem compreendido desde a Antiguidade. Acredita-se que o
grego Anaxágoras (˜ 430 a.C.), já conhecia sua causa, e
Aristóteles (384-322 a.C.) registrou a explicação correta do
fenômeno: as fases da Lua resultam do fato de que ela não é um
corpo luminoso, e sim um corpo iluminado pela luz do Sol.
As
quatro fases principais do ciclo são:
- Lua Nova:
- Lua e Sol, vistos da Terra, estão na mesma direção
- A Lua nasce 6h e se põe 18h.
- A Lua Nova acontece quando a face visível da Lua não recebe luz do Sol, pois os dois astros estão na mesma direção. Nessa fase, a Lua está no céu durante o dia, nascendo e se pondo aproximadamente junto com o Sol. Durante os dias subsequentes, a Lua vai ficando cada vez mais a leste do Sol e, portanto, a face visível vai ficando crescentemente mais iluminada a partir da borda que aponta para o oeste, até que aproximadamente 1 semana depois temos o Quarto Crescente, com 50% da face iluminada.
- Lua Quarto Crescente:
- Lua e Sol, vistos da Terra, estão separados de 90°.
- a Lua está a leste do Sol e, portanto, sua parte iluminada tem a convexidade para o oeste.
- a Lua nasce meio-dia e se põe meia-noite
- A Lua tem a forma de um semicírculo com a parte convexa voltada para o oeste. Lua e Sol, vistos da Terra, estão separados de aproximadamente 90°. A Lua nasce aproximadamente ao meio-dia e se põe aproximadamente à meia-noite. Após esse dia, a fração iluminada da face visível continua a crescer pelo lado voltado para o oeste, até que atinge a fase Cheia.
- Lua Cheia
- Lua e Sol, vistos da Terra, estão em direções opostas, separados de 180°, ou 12h.
- a Lua nasce 18h e se põe 6h do dia seguinte.
- Na fase cheia 100% da face visível está iluminada. A Lua está no céu durante toda a noite, nasce quando o Sol se põe e se põe no nascer do Sol. Lua e Sol, vistos da Terra, estão em direções opostas, separados de aproximadamente 180°, ou 12h. Nos dias subsequentes a porção da face iluminada passa a ficar cada vez menor à medida que a Lua fica cada vez mais a oeste do Sol; o disco lunar vai dia a dia perdendo um pedaço maior da sua borda voltada para o oeste. Aproximadamente 7 dias depois, a fração iluminada já se reduziu a 50%, e temos o Quarto Minguante.
- Lua Quarto Minguante
- a Lua está a oeste do Sol, que ilumina seu lado voltado para o leste
- a Lua nasce meia-noite e se põe meio-dia
A
Lua está aproximadamente 90° a oeste do Sol, e tem a forma de um
semicírculo com a convexidade apontando para o leste. A Lua nasce
aproximadamente à meia-noite e se põe aproximadamente ao meio-dia.
Nos dias subsequentes a Lua continua a minguar, até atingir o dia 0
do novo ciclo.
O
intervalo de tempo médio entre duas fases iguais consecutivas é de
29d 12h 44m
2.9s ( 29,5 dias). Esse período é chamado mês
sinódico,
ou lunação,
ou período
sinódico da Lua.
Geólogia da Lua
A
formação da Lua está intimamente ligada à formação da terra, e,
portanto, o material do qual é feita a Lua é muito semelhante da
terra. Entre 1969 e 1972, astronautas, visitando a Lua efetuados
muitos levantamentos geofísicos e trazido de volta à terra 842
libras de rochas, perfurar núcleos e amostras de materiais
superfície soltas.
Imagem tirado do site: http://ciencia.hsw.uol.com.br/lua3.htm |
A
Lua é um pedaço de terra que foi rasgado afastado devido a grandes
forças centrífugas; no entanto, isto teria exigido uma maior forças
centrífugas que pode ter existido na terra
- A Lua foi já formada e mais tarde capturada pela gravidade da terra como ele estava a voar por; no entanto, é improvável que a terra nunca teve esta força gravitacional muito.
- Durante o estágio acrecionária da formação da terra, algum material separado e acrescidos na Lua; no entanto, a ausência de um núcleo de ferro na Lua faz esse cenário improvável como algumas ferro iria ter acrescidos em um núcleo para a Lua como ele fez com a terra.
- A Lua formou-se como resultado de um objeto do tamanho de Marte caindo em terra, onde a crosta terrestre precoce e oceanos de magma foram desintegrados e eventualmente acrescidos para formar a Lua; dada a composição geológica da Lua, isso parece o mais provável candidato. Isto é chamado a hipótese do impacto gigante.
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